Rolou um evento aqui em Barra Mansa nesse feriado passado, o Rox Rock.
Eu fui, até porque a The Foxy tocou lá.
O evento foi bom, mas deixou algumas coisas a desejar. Como a minha saudosa avó destacou, não havia segurança alguma. Além da venda de bebidas para menores, e a portaria ruim.
Mas eu conheço o organizador desse evento de outros carnavais. Garanto que se teve falha é porque o evento é novo e ele vai se apressar em corrigir.
Ele costuma organizar uns eventos de Anime por aí e agora resolveu se meter com o Rock. Espero que dê certo (não é sempre que tem rock no clube aqui perto de casa).
Voltando para a música, vou discutir um pouco a nossa playlist no dia:
Abrimos com "Que país é esse?", do Legião Urbana. Tocamos na verdade uma versão mais nossa, um pouco mais rápida, mas continua a mesma música. Optamos abrir o show com ela porque na nossa versão cada um entra separadamente, e como não tínhamos passado o som antes, já íamos vendo se os instrumentos estava de acordo.
Depois tocamos "Outro Lugar" e "Veraneio Vascaína", não lembro se nessa ordem. Não gosto muito de "Outro Lugar", mas "Veraneio Vascaína" tem uma letra muito boa, e mantém o estilo da banda. A idéia inicial era a de puxarmos mais pro lado do Punk Rock, mas o Metal está nos conquistando aos poucos, vou explicar mais adiante.
Na terceira música entra a Vocal feminina com "Pulsos", da Pitty. Depois tocamos "Será" do Legião urbana também, mas dividimos em um dueto, pra ficar legal. Depois tocamos a nossa, "Imortais", e terminamos a primeira parte do show com Chopis Centis pra galera pular bastante, pra segunda parte, onde entram as músicas internacionais.
Na segunda parte começamos com Nirvana ("Smells Like Teen Spirit"), depois tocamos "Monster" do Skillet. Essa do Skillet foi a primeira música que tocamos com o gutural do Breno, na época eu nem manjava muito o que era isso, agora acho que o Breno tinha que cantar só gutural. Depois tocamos "The Kids Aren't Alright", o xodó da banda. E acho que a única que realmente segue no padrão do Punk mesmo. O resto está mais pra Metal. Até por que no final foi só System Of A Down. Primeiro Psycho (erramos nessa), depois Sugar, o primeiro grande sucesso do SOAD. Fechamos com Chop Suey (que inclusive muitas outras banda tocaram), porque é a mais épica da playlist na minha opnião.
Então, como disse, estamos sendo arrastados para o Metal, mas eu ainda vou tentar um pouco o Punk. Se não gostar, de qualquer forma, já não tenho nada contra o Metal mesmo.
domingo, 1 de maio de 2011
sábado, 30 de abril de 2011
Chá de sumiço
Confesso: Tinha desistido do blog!
Mas voltei agora, porque quero levá-lo para frente!
O maior problema em entrar no mundo do rock de verdade é o começo. De cara já temos uma imagem negativa do rock. Quanto a isso já nem tenho problemas. Mas quando era pequeno lembro de achar horrível aquelas músicas com guturais e distorções. Agora adoro.
Mentira, ainda não cheguei a esse ponto.
Minha trajetória no rock está ainda nos primeiros passos. Queria começar o blog falando de Deep Purple, Led Zeppelin e Black Sabbath, mas vou começar pelo rock light.
Começei ouvindo Avril Lavigne. Que vergonha!
Mas a verdade é que eu ouvia mesmo, quando era pré-adolescente, e foram as guitarrinhas desse Paty Rock que me incentivaram a ir mais ao fundo.
Depois da Avril Lavigne, só fui voltar ao Rock com Pitty. Adoro as letras das músicas dela. Acho o trabalho dela como compositora incrível. A melodia também é linda, mas o rock ainda é light, ainda feito pra atrair o público nacional.
Com 14 anos eu começava também minha jornada como tecladista. E acho que principalmente por isso, descobri o Evanescence, e a talentosíssima Amy Lee. Daí foi um passo pra Nightwish. Nessa época também descobri outras bandas desse Gothic Metal, mas nada que eu tivesse dado atenção.
Só pra constar, dizem que Evanescence é Nu Metal. EU não acho.
Foi assim que achava ter entrado nesse mundo. E agora vejo que eu estava só na orla dessa floresta escura do rock.
Mas voltei agora, porque quero levá-lo para frente!
O maior problema em entrar no mundo do rock de verdade é o começo. De cara já temos uma imagem negativa do rock. Quanto a isso já nem tenho problemas. Mas quando era pequeno lembro de achar horrível aquelas músicas com guturais e distorções. Agora adoro.
Mentira, ainda não cheguei a esse ponto.
Minha trajetória no rock está ainda nos primeiros passos. Queria começar o blog falando de Deep Purple, Led Zeppelin e Black Sabbath, mas vou começar pelo rock light.
Começei ouvindo Avril Lavigne. Que vergonha!
Mas a verdade é que eu ouvia mesmo, quando era pré-adolescente, e foram as guitarrinhas desse Paty Rock que me incentivaram a ir mais ao fundo.
Depois da Avril Lavigne, só fui voltar ao Rock com Pitty. Adoro as letras das músicas dela. Acho o trabalho dela como compositora incrível. A melodia também é linda, mas o rock ainda é light, ainda feito pra atrair o público nacional.
Com 14 anos eu começava também minha jornada como tecladista. E acho que principalmente por isso, descobri o Evanescence, e a talentosíssima Amy Lee. Daí foi um passo pra Nightwish. Nessa época também descobri outras bandas desse Gothic Metal, mas nada que eu tivesse dado atenção.
Só pra constar, dizem que Evanescence é Nu Metal. EU não acho.
Foi assim que achava ter entrado nesse mundo. E agora vejo que eu estava só na orla dessa floresta escura do rock.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Depois da bonanza, veio a tempestade
Eu sou Acácio, tecladista da The Foxy, uma banda de rock com meio ano de carreira e muitos problemas.
Não vou dizer que eu entendo muito de rock. Pelo contrário, sei que não entendo nada. Tenho noções de rock, mas isso é completamente diferente. Resolvi agora que vou mergulhar de cabeça no mundo desse tal de rock'n'roll, e esse blog está aqui pra me ajudar.
Tentarei, diariamente, postar algo sobre bandas, shows, gêneros, tudo do rock. Vou aprender com críticos, amadores, meus pais, enfim, com quem quiser compartilhar a informação.
O blog vence em 4 meses a partir de hoje (Val: 27/06/2011).
Além de conhecer sobre o mundo do rock, tenho que aprender a tocar muito! Minha mãe prometeu a mim que pagaria 4 meses de aula no melhor curso da região, então, vamos ver até onde chego. E tenho um longo caminho.
Só sei fazer acompanhamento em String bacana. O resto eu tiro do Guitar Pro. Também não consigo ainda tirar nada de ouvido.
Os motivos pra que eu faça tudo isso?
A gente tava meio paradão. Fazíamos um showzinho aqui, outro ali, só nos aniversários dos membros da banda e um concursos. Tínhamos alguns probleminhas internos, tentando tirar umas musiquinhas.
Até que ontem, um parente do baterista foi lá, dar uma olhada na gente. Passamos vergonha de novo. Ele pedia algumas bandas, não sabíamos. Improvisamos algumas músicas. Uma catástrofe que ele percebeu. E ele não é músico.
Ele foi lá porque conhece um cara que estudou música nos EUA, tem um estúdio, tocou com altas bandas e prometeu dar uma chance, mas é UMA chance e não podemos desperdiçar.
Não dá pra enrolar o cara pra sempre, mas talvez em quatro meses trabalhando muito ele tope nos orientar.
Veremos onde isso vai chegar!
Não vou dizer que eu entendo muito de rock. Pelo contrário, sei que não entendo nada. Tenho noções de rock, mas isso é completamente diferente. Resolvi agora que vou mergulhar de cabeça no mundo desse tal de rock'n'roll, e esse blog está aqui pra me ajudar.
Tentarei, diariamente, postar algo sobre bandas, shows, gêneros, tudo do rock. Vou aprender com críticos, amadores, meus pais, enfim, com quem quiser compartilhar a informação.
O blog vence em 4 meses a partir de hoje (Val: 27/06/2011).
Além de conhecer sobre o mundo do rock, tenho que aprender a tocar muito! Minha mãe prometeu a mim que pagaria 4 meses de aula no melhor curso da região, então, vamos ver até onde chego. E tenho um longo caminho.
Só sei fazer acompanhamento em String bacana. O resto eu tiro do Guitar Pro. Também não consigo ainda tirar nada de ouvido.
Os motivos pra que eu faça tudo isso?
A gente tava meio paradão. Fazíamos um showzinho aqui, outro ali, só nos aniversários dos membros da banda e um concursos. Tínhamos alguns probleminhas internos, tentando tirar umas musiquinhas.
Até que ontem, um parente do baterista foi lá, dar uma olhada na gente. Passamos vergonha de novo. Ele pedia algumas bandas, não sabíamos. Improvisamos algumas músicas. Uma catástrofe que ele percebeu. E ele não é músico.
Ele foi lá porque conhece um cara que estudou música nos EUA, tem um estúdio, tocou com altas bandas e prometeu dar uma chance, mas é UMA chance e não podemos desperdiçar.
Não dá pra enrolar o cara pra sempre, mas talvez em quatro meses trabalhando muito ele tope nos orientar.
Veremos onde isso vai chegar!
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